Grandes encontros, memórias
O que em cada formação
Marcou e deixou histórias
Registros em verso e prosa
Deixa a vida cor de rosa
Marca momentos de glórias.
MEMÓRIA EM FORMA DE BOLETIM INFORMATIVO
Professora Jovana Sena dos Santos
Escola Municipal Anfilófio de Carvalho
MEMÓRIA ACRÓSTICO
HOMENAGEM PNAIC
CRE Subúrbio I
Orientadora de estudo - Ana Beatriz Bastos
Profª. Sandra Maria Santana
Professora Nívea Silvestre
2º ano de escolarização
Escola Municipal da
Engomadeira
Orientadora Ana Claudia Fernandes
- Tudo começou assim:
-Leitura deleite e memória do dia três de agosto sim.
- Houve a apresentação da pauta
- E acolhida com carinho sem fim...
- No banquete literário matutino
- Nós servimos de diversos tipos e gêneros textuais.
- Neste banquete também, queridas
- Foi possível nos interrogar. “a possibilidade de alfabetizar e
letrar.”
- Ah! Colegas!
- Não pensem que tudo terminou aí.
- De uma bandeja imensa com diversos tipos e gêneros textuais, foi
possível nos servir.
-Prato bom de saborear é só procura- No módulo do 2º ano, unidade 5 e
esperar esfriar.
- Pois se comer depressa pode se queimar.
- Sid e Ana, vocês precisavam ver
- Como as minhas colegas não paravam de comer.
- Umas queriam os tipos outras os gêneros
- Mas se interrogaram e não sabiam o que primeiro comer.
- Quando olharam para a bandeja dos gêneros textuais.
- é que passaram a perceber.
- Dentro dela tinha:
- Bilhete, bula, sermão, carta, romance, piada, poema, entrevista,
notícia de jornal e oração.
- Aí começaram a lembrar
- Que essas espécies de textos
- São fáceis de identificar.
- pois, aprendemos na escala e na nossa convivência social.
- É por isso, disse a outra.
- Que não confundimos uma bula com notícia de jornal?
- Ah! A outra falou
- Pode comer que não faz mal.
- Cada espécie de texto tem seu formato próprio e suporte.
E é assim, que funcionam no contexto social.
Comeram todo o gênero textual
- E agora o que fazer???
- Os tipos textuais na bandeja
- começaram a se encolher.
-Mas, para não fazer desfeita começaram a comer:
- Narração, descrição, dissertação, injunção e predição, na boca foi
fácil dissolver.
- Aí a mais gulosa começou a dizer
- Eu também quero comer.
- (Os cartazes, outdoor, faixas, livros, revistas, folhetos e murais)
- Pois tudo isso, pode ser usado como suportes e muito mais.
- Depois do café o lanche foi legal.
- Planejamos em grupo de cinco,
- A rotina de um dia da semana
- Utilizando um gênero textual
- Contemplado os direitos de aprendizagem
- Que não engordam e não faz mal
- Hum... A cestinha ao lado
- Estava cheia sim,
- Tinha poesia, curiosidades e outras coisinhas sem fim.
- Esse, foi um banquete muito, muito original.
- Teve informes do PNAIC, ficha de acompanhamento da aprendizagem
- E muito mais...
- colegas! Depois do almoço.
- Fizemos uma viajem sem fim.
- Em um trabalho de grupo.
- O sonho tornou-se realidade sim
- construímos concretamente a rua dos “Sonhos sem fim.”
- Com direito a solenidade e divulgação
- Teve também comes e bebes e ilustração:
-Ah!!!
-Os convidados tomaram cuidados com a sinalização:
- E também ficaram apaixonados pela decoração.
- Colegas!!!
- As orientadoras não são fáceis não.
- E logo quiseram ver.
- Se os gêneros textuais que deglutimos
- Se na cozinha sabíamos fazer.
- Na tarefa de casa também
- Vamos treinar
- Um gênero textual que mais nos agradar.
- Após a avaliação
- Saímos todas contentes
- Pois, esse banquete tão rico
- Só fez emagrecer a gente.
- E agora colegas?
- Que acabei de recordar
- foi um tipo ou gênero textual?
- quem se arrisca a falar?
Professora Aline Gabriel
2º ano de escolarização
Escola Alvaro da Franca Rocha
Orientadora Sidneia Coelho
MEMORIA ENCONTRO DO PNAIC
CRE
LIBERDADE
Profª SHIRLENE SANTANA
3º
ANO DE ESCOLARIZAÇÃO
ESCOLA POLO: MUNICIPAL PAU MIÚDO
Profª SHIRLENE SANTANA
ESCOLA POLO: MUNICIPAL PAU MIÚDO
E
começou o blá, blá blá
Preste
bastante atenção
No
que agora vou contar,
No
primeiro dia do pacto
Me
pediram para memoriar
De
primeiro, montamos,
Com
nossos nomes, um vagão,
De
relação linguística,
Que
complicação!
Mas,
logo engatamos, aí rimamos:
Zene,
Shirlene e Valdirene;
Márcia,
Maria e Marcos;
Ângela e Elisangela.
Como
não podia faltar,
Nossas
expectativas,
Era
hora de notar;
Olha
as boas novas...
Queríamos
estudar!
De
pronto, pra começar.
Magda
soares,
Idade
certa para se alfabetizar.
Lá,
ler e escrever são verbos
Trânsito
precisa dizer
O
quê e pra quê,
Tem
que ser letrado em alto grau
Só
assim é um inserido social,
Porque
nossa sociedade
Tem
a escrita no centro,
Usa
ela para tudo,
Os pequenos
não têm saída,
Outro
sistema não inventaria
Mesmo
que quisessem,
A
sociedade não deixaria.
As
letras? Logo lhes apresentam.
Mas
é preciso desmarcar
O
tempo pra começar
O
sistema na cabecinha estruturar.
É
quando se percebe
Que
escrever é diferente de desenhar,
Porque,
nesse represento a coisa,
Naquele,
o som devo grafar.
Nesse
momento os ânimos estavam exaltados,
A
discussão acalourada, mas não pro mal não.
As
práticas foram saindo, teve coisas tristes...
Bonitas?
Teve também.
Marcos,
com sua mente prática
Fez
um mapa conceitual,
Magda
e Marcos
Constituiu-se
um hiperlink,
Coisa
hoje bem natural.
Ele
ficou de socializar sua reflexão,
Letrar
em cima alfabetizar em baixo
Mas,
não fechou a questão.
E
já que ficou sexual, botei os dois na horizontal,
Calma!
Não é nada que estão pensando.
Para
mim, os dois processos se implicam;
O
termo letrar talvez nem precisasse assim simples ficasse se entendesse
Que
alfabetizar não é decodificar;
È
complexo tem nexo dá cartilha à bíblia ou dessa àquela?
Não
sei, só sei que no meio tem bilhete, carta e jogral;
Receita
e música, começam com quadrado do oito e toquinho no final.
MEMORIA ENCONTRO DO PNAIC
SUBÚRBIO I
Profª
Ana Paula Viana Silva dos Santos
Escola
Municipal Ursula Catarino
3º
ano
Cara Orientadora,
Ao redigir o relato do último
encontro, pensei sobre a beleza poética do cartunista Millôr Fernandes e como
os fatos do cotidiano pode ser descritos de várias maneiras. Por isso resolvi descrever
nosso encontro assim:
COMO UM POEMA
DE MILLÔR
Tempo corre –
Pés apressados .
Éramos dezessete,
Vinte,
Vinte e sete.
Memória
resgatada, nó atado.
Próximo passo:
Seguir
adiante...
Vozes, queixas, recitações
Caminho aberto, fértil
Para discussões.
Tempo passa...
Anda mais lento
Para no tempo voltar.
Brincadeiras de crianças
Berlinda de nossa andança
Ler, rever, avaliar.
Tema pulsante
Conversa marcante
Direitos do infante
É tempo de aprender a resgatar.
Já não somos todo. Somos parte
Como poema de Millôr
É o tempo que lento passava
Agora acelerou.
É lá se foi o tempo que não espera...
Para outra coisa começar.
Pés se apressam.
Desta vez,
Para olhar mais adiante...
Jogos, brincadeiras,
Conversa seria
O que é, será ou era?
Um hiato da história
Do
tempo que não volta mais
Memória CRE Cabula
Relembrar contando história
Proª Aline Cabral de S. Nova
2º ano de Escolarização
Orientadoras: Ana Claudia Fernandes e Sidneia Coelho
Memoria cre cabula from acsf26
Memória
CRE SÃO CAETANO
Vamos brincar de construir as nossas e outras
histórias
Orientadora de Estudos: Jeane Leal da Silva Rodrigues
Professora:
Andreia Santos Santana
2º ano de
escolarização
Memoriar
brincando
Cursista Ana
Cristina Santana
1 ano de
Escolarização
CRE Subúrbio II
Foi essa a
memória que ocorreu no 5º encontro de Professores Alfabetizadores na turma do I
ano de Escolarização do Subúrbio II. A cursista Ana Cristina Santana,
professora alfabetizadora da Escola Municipal São Domingos, fez com as memórias
do 4º encontro, cujo tema foi Ludicidade, um grande dominó. Dividindo a turma
em grupo, a tarefa era, a partir da palavra PNAIC (a bucha de entrada) , relembrar os momentos
desse último encontro na sua sequência de atividades e de reflexões. Um divertido
jogo feito com pedaços de papelão, muitas lembranças e criatividade. Após o
jogo, as professoras pensaram a prática vivenciada e suas possibilidades de
realização com as crianças. É possível, segunda elas, fazer o dominó para
retomar sequência de histórias e de fatos ocorridos em sala de aula, ou mesmo
seqüenciar frases e textos. Confira as fotos:

Memória Ano 2
Orientadora
de Estudos: Magaly Góes
Professoras:
Vânia e Roselene
CRE: Centro
Encontro do Pacto
Hoje é dia
Do nosso encontro escolar
Mas antes do encontro começar
Vamos o anterior recordar
Vamos lembrar um pouco
De tudo que aconteceu aqui
Foi tanta coisa boa
Que vale a pena repetir
Magaly muito atenta
Querendo nos ajudar
Observou que precisávamos
Relaxar
Iniciamos a manhã
Com uma dinâmica
Brincando e cantando
Nossos males espantando
Com nossa disposição aumentando
Foram tantos ensinamentos
Que fica difícil sintetizar
Mas chegamos a conclusão
Que ensinar de forma lúdica
É a solução
Então foi dada dica e opção
Para nos dar embasamento
E na prática aplicar
Foi nos mostrado vídeos
Para nos orientar
Nos vídeos observamos
Que muita coisa podemos utilizar
Que tendo tempo e vontade
A realidade podemos modificar
E os nossos alunos letrar
Tiveram também vários jogos
Que muito nos inspirou
Lembra daquela caixinha
Que da sogrinha ganhou?
Dentro dela: palavrinhas de amor
Tivemos até que jogar
Somar, avançar, recuar
Para poder chegar
Foi o jogo da cobra que apareceu
Para podermos calcular
E na cobra brincar
Teve jogo de palitinho
Que polêmica gerou
Afinal nossa colega
Não concordou
Jogo de azar, pai pode não gostar
Magaly sempre nos dando
Ferramentas para aplicar
Afinal nossa prática sendo eficaz
Ela também vai brilhar
Agradecemos também a nossas colegas
Por experiências relatar
Enriquecendo nossas vivências
Vou finalizar agradecendo a todos
Cada encontro coisas novas
Vamos aprendendo
Aplicando na sala de aula
E nossos alunos desenvolvendo
O pacto veio a tempo
De nos acrescentar
Ratificando que todos juntos
Podemos
avançar.




Que bom poder despertar a veia lúdica das professoras, Magaly! É por aí...
ResponderExcluirUm beijo,
Lica
COM TANTOS TRABALHOS MARAVILHOSOS FICO AINDA MAIS ORGULHOSA DE FAZER PARTE DESTA CLASSE.
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