CRE SUBÚRBIO II
DEPOIMENTO
CRE CIDADE BAIXA
Orientadora de Estudos: Marisa Seara
DEPOIMENTO 2
CRE SUBÚRBIO II
DEPOIMENTO
CRE CIDADE BAIXA
Orientadora de Estudos: Marisa Seara
CRE CENTRO
DEPOIMENTO 1
Lilian Almeida dos Santos
DEPOIMENTO 1
Lilian Almeida dos Santos
Professora na Escola Municipal Saturnino Cabral,
1º ano de escolarização
Orientadora de estudos: Rosana Assis
Escolher ser
educadora de escola pública foi uma escolha política, um compromisso social de
compreensão das relações sociais diversas, também, uma autocompreensão da
atuação nos ambientes sociais educativos que estava e estou. Está
alfabetizadora, assim como participar dos encontros de estudo do PNAIC,
tem colaborado para continuar as reflexões do fazer pedagógico e político na
Educação Básica.
Ouvir e/ou
compartilhar com as colegas alfabetizadoras nos encontros de estudo, colaboram
com os meus questionamentos de pensar o que é alfabetizar na educação básica e
a quem se alfabetiza na heterogeneidade dos sujeitos.
Professora Alfabetizadora Santa Costa - 2º ANO
Escola Municipal Permínio Leite
Orientadores de Estudos: Magaly Góes
Início
este depoimento com uma frase da psicolinguística e estudiosa argentina Emiliia
Ferreiro que diz:
“Para aprender a ler e a escrever é
preciso apropriar-se desse conhecimento, através da reconstrução do modo como
ele é produzido. Isto é, é preciso reinventar a escrita. Os caminhos dessa
reconstrução são os mesmos para todas as crianças, de qualquer classe social”
No início alguns educadores
demonstraram uma grande inquietação diante do desafio de conduzir a sua rotina
de sala de aula no formato proposto, principalmente porque uma parte não havia
feito o PACTO no ano passado. Muitos questionamentos ainda são feitos a nossa
formadora que de forma paciente está mostrando a importância do grupo adequar a
sua prática a rotina do PNAIC, para que compreendam melhor o trabalho de
organização do planejamento a partir dos eixos de Língua Portuguesa, uma rotina
para ser aplicada por todos. A partir da citação acima digo que não só as
crianças têm a oportunidade de reconstruir o seu processo de alfabetização, mas
também nós professores, enquanto mediadores desse processo.
As
contribuições são muitas, pois estamos sendo desafiados a reformular nossa
rotina, nosso planejamento e repensar as práticas aplicadas, bem como
estratégias que permitam garantir ao aluno o aprendizado tão desejado referente
ao mundo letrado e adequar as atividades em especial aos alunos que estão em
diferentes níveis de aprendizagem.
Não
poderia deixar de registrar também a importância dos relatos e das trocas de
experiência, a construção coletiva dos planejamentos e as temáticas discutidas
durante os encontros. Destacando o 5º encontro de grande relevância, pois
apesar de parecer simples quando se fala em Gêneros textuais, gerou grande
discussão, mas Magaly conseguiu de forma clara, com vídeos e exemplos acredito
tirar as dúvidas do grupo. Assim através das vivências podemos socializar
resultados, discutir e reelaborar a nossa prática, tornando enriquecedor cada
encontro.
Em
relação ao material oferecido como suporte para o professor é muito bom
principalmente os livros de literatura. A partir do momento que a criança
descobre a leitura ela apresenta melhoria de rendimento nas outras áreas de
conhecimento o que nos responsabiliza ainda mais quanto à qualidade que devemos
atribuir ao processo de alfabetização. Espero que através da construção,
reconstrução de práticas, estratégias e intervenções possamos alcançar o
sucesso, pois alfabetizar é uma tarefa difícil.
CRE SÃO CAETANO
DEPOIMENTO
Professora Alfabetizadora: Andréa Icó Moura - 1º ano
Professora Alfabetizadora: Andréa Icó Moura - 1º ano
Orientadora de Estudo: Mariana Santos de Jesus
MOMENTOS PNAIC
Refletir
é relembrar. A memória humana, enquanto rico baú de lembranças nos permite
avaliar diferentes momentos de nossa trajetória humana. Seja qual for a esfera
de tal reflexão o importante é podermos avaliar o quanto proveitoso foi para o
nosso crescimento intelectual esses momentos.
Os
momentos vividos no curso de formação para professores através do PNAIC foram
altamente enriquecedores para minha prática profissional enquanto professora
alfabetizadora. Desde os primeiros encontros até o último vivenciado (o quinto)
todo o estudo feito só reforçou a idéia de que alfabetizar através da leitura
de diferentes gêneros e tipologias textuais não só é mais atrativo e prazeroso,
como também é muito enriquecedor para os indivíduos envolvidos nesse processo
de aquisição da leitura e da escrita. Sentir-se inserido em um mundo letrado é
um direito de aprendizagem de toda criança no território brasileiro e que deve
ser respeitado por todos os educadores.
Enquanto
professora educadora não posso negligenciar tal concepção, e nesse contexto o
curso do PNAIC oferecido pelo MEC não só contribui para ampliação de
conhecimentos fortalecedores para uma melhor prática, como instrumentaliza
através de diferentes leituras, tudo aquilo que é necessário para o sucesso das
crianças nesse segmento.
Atividades
diversas e diferenciadas foram desenvolvidas ao longo desses cinco encontros,
algumas em grupo, outras individuais, o certo é que todas elas nos foram dando
o norte certo para o sucesso daquilo que planejássemos para trabalhar com as
crianças. Construção do “Cantinho da Leitura”, mapeamento dos níveis de escrita
dos alunos, por classe envolvida no processo, foram algumas das atividades
vivenciadas por nós cursistas.
O
último encontro consolidou a certeza de que as múltiplas tipologias textuais
são uma importante ferramenta para o professor alfabetizador; ele nos fez
compreender melhor a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento. O
maior desafio, no entanto, é construir as práticas pedagógicas pautadas nessas
dimensões.
Fica
a certeza que o caminho a trilhar é esse apresentado durante a formação para
professores do ensino básico do PNAIC, pois “(...) o trabalho com textos no primeiro ano do Ensino Fundamental precisa ser
feito de modo a desenvolver diferentes capacidades e conhecimentos. (...) conforme citação feita no módulo 5 na
pág. 10.
ESCOLA MUNICIPAL MANOEL
CLEMENTE FERREIRA
Orientadora de Estudos: Jane Lúcia
DEPOIMENTO
“Todas
as professoras do Ciclo I estão envolvidas no programa, participando das
formações aos sábados e aplicando uma rotina didática que tem surtido um efeito
maravilhoso. Os alunos têm avançado significativamente no processo da leitura e
escrita. Foi feito um conselho de classe onde observamos o quanto o
desenvolvimento do programa tem contribuído para a progressão e efetivação do
processo de ensino-aprendizagem.”
Depoimentos dos Gestores
Orientadoras de Estudos:
Orientadoras de Estudos:
CRE-ITAPUÃ
Professora: Silvana Guedes - 2º ano
Escola Municipal Suzana Wesley- CRE Itapuã
Orientadora de Estudos: Ana Patrícia dos Santos
Parabéns PNAIC pelo material de estudo- planejando a
alfabetização e dialogando com diferentes áreas do conhecimento- entregues aos
professores, como também as caixas de livros e de jogos infantis enviados para
as escolas. A educação do município ganhou uma nova roupagem.
Os livros de estudo dos professores estão divididos em unidades
e cada uma delas tem uma excelente abordagem, tem sugestões de leitura dos livros
infantis com um objetivo especifico ou
não, para complementar uma aula, tem também alguns exemplos de trabalhos com
jogos, procedimentos, objetivos e relatos
de experiências de professores de diferentes lugares do país. Com relevância abordam aos direitos, os conteúdos
e explica detalhadamente o que devemos introduzir aprofundar e consolidar durante
os três anos do 1º ciclo, período em que as crianças devem ser alfabetizadas.
Determinada unidade trás a importância do Lúdico na sala
de aula, com bons exemplos para
incluirmos jogos na rotina; com definição
de objetivos estabelecidos, pois o brincar favorece a aprendizagem. Outra
unidade importantíssima a específica para a Educação de Crianças com Deficiência:
uma proposta inclusiva, que aborda o atendimento educacional especializado nas
Salas de Recursos Multifuncionais e o uso de jogos voltados para alfabetização
inclusiva. Com relevância todo o material apresenta referências.
Com relação aos livros infantis; os estudantes estão se
identificando, reconhecendo suas famílias e comunidades nestes livros, seja nas
imagens dos personagens ou nos belíssimos contos. Podemos observar que a grade
curricular da rede que inclui a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação (9.394/96)
é respeitada e muito bem abordada
nos livros das crianças.
As escolas estão diferentes,
pois agora temos um número significativo de livros infantis para o “Cantinho da
Leitura” e para iniciar o dia com o
“Momento Deleite”.
As crianças liberam a
imaginação, sorriem ou se sensibilizam, pois “são tantas emoções...” É um
momento mágico, pois sabemos que em sua maioria, não têm acesso a livros em
casa ou a prática de leitura pelos pais, por diferentes razões que não cabe seguir
esse viés, mas sabemos da importância dessa prática, pois já foi provado
cientificamente que, crianças cujos pais lêem para elas na primeira infância
desenvolvem melhor a capacidade cognitiva.
Enfim com o belíssimo material em mãos percebemos a felicidade
das crianças e a alegria tomando conta das salas de aula. Portanto parabéns aos
organizadores, aos coordenadores e as orientadoras. Estamos num “novo tempo”, de
respeito à diversidade e de incentivo à educação pública do município.
CRE-LIBERDADE
Profª
Sandra Almeida - 2º ano
Escola
Municipal Cidade Nova
Orientadora
de Estudos: Elisângela Moreira




Parabéns a todas(os) pelas reflexões! Processo de produção que revela o cuidado com que o trabalho vem sendo desenvolvido e a constante avaliação dos processos!
ResponderExcluirAbraços!
Ana Cristina.
PARABÉNS ! BELAS PRODUÇÕES !
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